O mundo na palma da sua mão
- Laura Lacerda Fonseca
- 26 de abr. de 2021
- 4 min de leitura
Atualizado: 30 de abr. de 2021

Em um mundo globalizado pela internet, entender inglês se tornou fundamental.
A tal ponto, que os próprios navegadores apresentam a opção de “traduzir do” e sempre temos a opção “copiar e colar” em um tradutor online. Desta forma, o idioma deixa de ser uma barreira e buscar referências internacionais se torna mais simples.
Como uma coisa leva à outra, a partir do seu primeiro site gringo, muitos outros poderão ser adicionados à sua lista de leitura. Vou compartilhar com vocês, alguns que tenho acompanhado e que me ajudam a entender um pouco mais desse universo em expansão.
Semanalmente são em torno de 10 newsletters que contam sobre eventos, tendências e funcionalidades. Dessas, algumas dicas são clássicas e mais voltadas para o comportamento dos attendees (caso do Think with Google®), porém, há outras falando de realidades que vivenciamos.
Minha wishlist, é composta por:
Endless: fundada por Will Curran (que se auto-denomina Chief Event Einstein), a companhia tem uma preocupação muito grande em permitir a criatividade. Vale um confere, sobretudo porque os temas são muito do cotidiano. Para assinar o blog deles, clique aqui.
Event Manager Blog: é um blog de realidades e cotidiano, além de novidades. O bacana é que na maior parte do tempo, o site é focado em fornecer listas (por exemplo: 37 ideias para seu evento online). Basicamente ele fala sobre tendências e quase todo dia tem um post novo. Importante, eles tem MUITOS eventos gratuitos. Vale muito a pena conferir! Para se inscrever na newsletter, clique aqui.
Glisser: é uma plataforma que fornece conteúdo. Eles promovem eventos diversos para dicas e debates sobre ferramentas, engajamento, funcionalidades, entre outros. Também tem uma tendência ao Futurismo que me agrada muito. O blog existe desde 2018 e, portanto, tem bastante conteúdo, tendo suas categorias divididas em itens que vão de UX até Tech, passando por muita coisa (algumas eu nem sei o que são, confesso). Para dar um confere e quem sabe, agendar um teste de navegação, clique aqui.
Etc.Venues: uma empresa de eventos, que disponibiliza locais físicos e virtuais. São britânicos e o conteúdo deixa clara a ânsia pelo retorno aos eventos presenciais. Pelo site, você consegue bookar venues, além claro de fazer visitas 360. O blog tem conteúdo diverso, e, na parte de eventos híbridos, eles oferecem soluções de planejamento destes eventos. Para entender tudo, clica aqui.
PSAV Encore: este foi o primeiro curso que fiz, imersão total, dentro do universo dos eventos virtuais. Atualmente, eles se uniram à Encore e apesar de não terem um serviço de newsletter (não são uma empresa que tem um blog, são uma empresa que compartilha conhecimento de forma estruturada), você pode acessar a base de conhecimento deles, neste link ou dar uma lida no blog aqui.
Think With Google: é um informativo focado em marketing e emitido pelo próprio Google. Você escolhe o país e a linguagem e sempre pode assinar mais de um simultaneamente. A diferença entre os informes tem mais variação de quando você vai recebê-lo do que do conteúdo em si. Vale acompanhar e depois decidir quais manter. Inscreva-se aqui.
MPI : como sou produtora de eventos, não poderia deixar de compartilhar o link da Meeting Professionals International. Com foco em eventos corporativos, esta associação internacional dissemina conhecimento e inclusive assina curso em uma universidade de grande renome (eu precisaria ter 4 fígados para poder pagá-lo, porém, acredito que valha a pena). Além da academia MPI Academy®, eles mantém um blog, com conteúdos que vão de dicas à indústria de eventos, dá uma olhada aqui.
“Mas é tudo em inglês?” É sim bebê, porque o Chrome® tem até o plug-in, para tradução direta. E mesmo que não fique perfeito, também não é tão difícil. A grande sacada de seguir essas referências internacionais é que, enquanto por aqui, estávamos tateando em como transformar o planejamento de um evento presencial em virtual, entender engajamento e que a iluminação no estúdio não interfere tanto quanto numa plenária; por lá, eles já estavam debatendo se iriam ou não transformar eventos presenciais em virtuais e em qual nível, pois estão habituados a essa realidade.
Somente no Brasil, os eventos (presenciais ou virtuais) são feitos com tanto amor e dedicação e com tantos mimos aos participantes (por mimos, entenda-se que é desde a “babá” para garantir que todos entrem no transfer, até o delivery de itens extras em horas, ou mesmo a produção de outros em menos de 24h). Se por aqui, temos uma pessoa no credenciamento para cada 100 convidados, lá fora, um totem de auto-atendimento resolve.
Os eventos corporativos são entendidos de uma forma estritamente profissional. As feiras de exposição, por exemplo, começam às 9h da manhã e encerram-se às 17h, que é o “horário comercial”, tirando da equação a parte “social” delas (com estandes com drinks e comidinhas, que fecham somente quando as luzes do pavilhão são desligadas).
Se temos como aprender com eles e aplicar a nossa mundialmente conhecida hospitalidade em prol da experiência dos nossos attendees, vamos ganhar tempo e sair na frente.
Acredito que com estas referências, fica mais simples.
Gostou das dicas? Tem alguma boa? Vamos falar sobre tudo isso :-D!





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