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Streaming & OnDemand: primos que parecem irmãos

  • Foto do escritor: Laura Lacerda Fonseca
    Laura Lacerda Fonseca
  • 23 de abr. de 2021
  • 2 min de leitura



Algumas vezes as pessoas confundem OnDemand com Streaming.


Como disse um amigo meu: nem todo streaming é OnDemand, mas todo OnDemand é streaming.


O OnDemand, significa SOB DEMANDA, sendo assim, você pode ESCOLHER quando quer assistir.

O Streaming, está ONLINE, e, algumas vezes pode ser retirado da internet ao final do evento ou transmissão, deixando de estar disponível para que possa ser revisto em outro momento.


Quando um conteúdo é OnDemand, ele fica disponível em um local da internet às vezes por tempo indeterminado (maioria dos vídeos do YouTube® por exemplo) ou com uma validade de acesso, como quando você assina um curso ou uma plataforma de e-learning, ou mesmo que seja gratuito, de acordo com o entendimento do emissor/autor/proprietário do conteúdo.


Quando um conteúdo é Streaming, significa que para que tenha acesso, você precisa estar conectado à internet e não há a necessidade de fazer um download para consumi-lo.


Um ponto de atenção e que pode causar confusão quando pensamos em EVENTO ONLINE, é que rigorosamente, streaming (que significa ‘transmissão’) é tudo que for distribuído via-internet. Quando distribuímos através de canais de TV por exemplo, não é chamado de streaming.


Então, independente da natureza do evento, todo evento online é um streaming.

Complicou? Vamos tentar facilitar:

STREAMING =TRANSMISSÃO LIVE STREAMING = TRANSMISSÃO AO VIVO EVENTO LIVE STREAMING = evento presencial que é TRANSMITIDO PARA A INTERNET EVENTO ONLINE = BASEADO NA INTERNET EVENTO HÍBRIDO = palestrantes/MCs presenciais E remotos; público na internet. EVENTO VIRTUAL = palestrantes + MCs + equipe técnica + público remotos (na internet) Entretanto, e, isso é bem importante frisar, muito antes de chegar ao centro do palco, as interações e “namoros” entre o físico e o virtual já existiam.


Em 2016, aqui no Brasil foi lançado o pioneiríssimo Pier X. A Amazon, em 2018 lançou uma loja de conveniência automatizada chamada AmazonGo, que se espalhou pelos EUA, em 2020 virou supermercado e que aguardamos com ansiedade aqui no Brasil. E esse “relacionamento” tem nome: phygital.


O Phygital (vai ganhar um post especial no futuro) é um conceito onde itens digitais se unem à experiência física. Alguns exemplos são: RfiD, QR Code, NFC (near field communication) e realidade aumentada, são algumas de suas ferramentas, que inclusive, usamos em eventos há algum tempo.


Essa união do physical (físico em inglês) e digital, que antes era muito direcionada ao varejo e ao presencial, pode (e costuma ser) estendida ao online, exatamente por já serem tecnologias que estão próximas do nosso cotidiano.


E o que é, um evento phygital? Well, well, well.... é outra “abrasileirada”. Porque o que é phygital são as ferramentas que são utilizadas fisicamente e que fazem a ponte entre o virtual/digital e o presencial. Essas ferramentas podem ser utilizadas em qualquer tipo de espaço físico de acordo com a disponibilidade (para usar NFC por exemplo, a pessoa precisa estar próxima fisicamente ao ponto de emissão do sinal), então um evento não é phygital, mas pode se utilizar de suas ferramentas independente de ser presencial ou virtual.


Ficou na dúvida? Vamos conversar para entendermos juntos.

1 comentário


Ronaldo Maciotti
Ronaldo Maciotti
01 de mai. de 2021

Muito bom didático e gostoso de ler😎

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